Carta de uma conselheira em aleitamento materno aos pais (dúvidas mais frequentes e respectivas respostas)

Carta de uma conselheira em aleitamento materno aos pais

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(Dúvidas mais frequentes e respectivas respostas)

 

 Amamentar um bebé proporciona na mulher, que o deseja, um enorme prazer e para o bebé

 é poder proporcionar-lhe o melhor início de vida…

 

 

Queridos Pais…

O objectivo a que me proponho com a realização desta carta, não é ensinar às mães/casais e suas famílias como amamentar nem como ultrapassar algumas dificuldades que possam surgir durante a amamentação, mas sim enumerar algumas sugestões comprovadas pelas experiências de outras mulheres que amamentam e também descritas pelos recentes estudos científicos. Acredito que cada mulher/casal é quem conhece melhor o seu filho e a sua realidade, pelo que perante a informação que dispõem têm a sabedoria e competências necessárias para adequar essa mesma informação ao momento específico quando surge algum contratempo. Deste modo, poderá aplicar algumas das sugestões que irei mencionar porém, estas têm que ser validadas por si e muitas vezes necessitam de ser adaptadas à sua realidade e às características do seu filho.

Não existem receitas para as cumprir rigorosamente, aí está a maravilha de ser mãe e de ser pai…

Antes de mais, quero deixar claro que as dúvidas em aleitamento materno são das mais frequentes relativamente aos cuidados aos bebés, pelo que os pais não se devem inibir em colocá-las, pois nem os bebés nascem a saber mamar, nem os pais sabem como amamentar. Daí, ser extremamente importante expor sem receio as vossas incertezas ou dúvidas, tendo sempre a noção que cada dúvida vossa é pertinente, mesmo até que possa parecer que não. Obter informação sobre a prática da amamentação é uma das estratégias para que possa desfrutar do prazer de amamentar, pois a probabilidade de ocorrerem dificuldades é menor, e na eventualidade destas surgirem já terão conhecimento prévio sobre o que fazer. Um outro recurso importante é saber a quem recorrer aquando do aparecimento de alguma dificuldade ou dúvida, de preferência a um profissional de saúde com formação actualizada em aleitamento materno.

Quando falamos em amamentação e nos seus factores de sucesso, não nos referimos simplesmente às práticas relacionadas com as  mulheres e bebés, mas também aos pais. Estes são protagonistas fulcrais, na medida em que um pai com uma atitude positiva em relação à amamentação e que apoie a mulher quando esta o solicita, contribui muito para que o processo de amamentação decorra favoravelmente.  

A ideia de que a amamentação é um acto natural, bonito e fácil, é uma tela que pintamos quando à primeira vista pensamos numa aleitamento_materno_2mãe feliz a dar o melhor alimento produzido pelo seu organismo a uma criança que mama vigorosamente e com um fácies rosado e que expressa satisfação, acompanhada pelo marido a apoiá-la. Em parte este cenário é real, isto é, a amamentação é mesmo um processo natural e belo, e podemos estar perante uma situação deste tipo.

 Porém, é importante os pais terem presente que isto pode não acontecer, nomeadamente numa fase inicial.

Podem surgir algumas dificuldades causadas por diversos factores, no entanto, estas são passíveis de serem resolvidas! E por fim, os pais podem conseguir ir de encontro ao que idealizaram relativamente à alimentação do vosso bebé.

 "Uns dizem uma coisa outros dizem outra..."

 Muitas das dúvidas colocadas pelos pais resultam de informações díspares sobre esta temática. É frequente ouvir os casais referirem que receberam orientações diferentes sobre determinado assunto relacionado com o aleitamento materno. A organização Mundial da Saúde e a Unicef tem vindo a desenvolver algumas medidas no sentido de uniformizar as orientações relativas ao aleitamento materno. Porém, apesar da situação actual estar melhorada, a divulgação e a formação aos profissionais de saúde ainda não é a desejada.

Por outro lado, os casais "sofrem" pressão social e cultural sobre algumas práticas relativas ao aleitamento materno,veiculada principalmente pelos pais, sogros, família alargada e amigos. Torna-se necessário filtrar essas informações e ter em conta que o que sabíamos sobre a alimentação do bebé e aleitamento materno tem vindo a se alterar ao longo dos tempos. Os pais devem seguir orientações actualizadas pela UNICEF e Organização Mundial de Saúde e compreenderem a razão e o porquê de actuarem de uma maneira e não de outra.

Vantagens da Amamentação...

Como todos sabemos, o leite materno é a forma, mais natural da mãe alimentar o seu filho e como tal, não existe melhor alimento para o bebé. A Organização Mundial de Saúde e a UNICEF recomendam a amamentação exclusiva durante os seis primeiros meses de vida, seguida de amamentação parcial até ao segundo ano de vida da criança, no mínimo.

Em termos nutricionais o leite materno está perfeitamente adaptado às necessidades do bebé de acordo com o seu crescimento: possui todos os nutrientes e a água necessária, é facilmente digerido e utilizado pelo organismo de modo eficiente; e do ponto de vista imunológico é inigualável, protegendo a sua saúde como nenhum outro alimento. Favorece o desenvolvimento orofacial e cognitivo e os estudos científicos apontam que a longo prazo previne o aparecimento de diabetes, linfomas, obesidade infantil e confere melhor adaptação quando o bebé iniciar a ingestão dos outros alimentos.

Num estudo de 2011, galardoado com o Prémio de investigação científica à Dr.ª Maria Odette Ferreira Santos atribuído pela Ordem dos Farmacêuticos no Porto, concluiu ainda que, as crianças alimentadas em exclusivo com leite materno durante mais tempo têm menor probabilidade de contrair a infecção pela bactéria helicobacter pylori, que pode causar cancro do estômago.

A amamentação também favorece a saúde da mãe: facilita a contracção uterina (para que o útero volte ao tamanho anterior à gravidez), a mulher recupera mais facilmente o seu peso, reduz a incidência do cancro do ovário e da mama antes da menopausa e após, diminui a incidência de osteoporose, e diminui 37% o risco de enfarte cardíaco. E é, obviamente, vantajoso em termos económicos e ecológicos.

O vínculo que se forma entre o par de amamentação mãe/filho é muito forte, reforçando a afectividade entre ambos, sendo muito menos provável que uma mãe que amamente, abandone ou maltrate o seu filho. Por outro lado, os bebés amamentados são geralmente bebés mais calmos e meigos. Tanto a mãe como o filho saem desta experiência mais enriquecidos e com uma maior segurança e auto-estima. Em termos familiares também tem vantagens, pois reforça os laços de afecto estabelecidos entre todos os elementos da família.

Contudo, a falta de informação e apoio prático, levam a que muitas mães, apesar de conhecerem todas estas vantagens, não consigam superar as dificuldades com que se deparam no decorrer da amamentação e esta se torne, em vez de um prazer, uma situação desesperante, o que leva ao abandono precoce da amamentação.

Porém, para que tal não ocorra vou passar a enumerar algumas das dificuldades e dúvidas mais frequentes com as respectivas sugestões de actuação.

 Qual a melhor posição para dar de mamar ao meu bebé?

 Na maioria das vezes a mãe e a criança encontram de forma intuitiva a posição mais cómoda. Numa fase inicial, após o nascimento torna-se importante o contacto pele a pelealeitamento_materno_3 entre a mãe e o recém-nascido. Se dermos tempo ao bebé, é delicioso constatar que este vai aos poucos se arrastando até à mama e começa progressivamente a lamber a mama e mamilo, e mesmo sem ajuda começa a mamar.

 As posições que se seguem são sugestões para poder adoptar quando amamenta, porém se encontrar outras que se adaptem melhor a si não hesite em utilizá-las. Os princípios que devem ser mantidos são: o alinhamento do corpo do bebé (os ombros do bebé estarem apoiados e não a cabeça), e o conforto da mãe e do bebé:

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Fig 1                              Fig 2                          Fig 3                              Fig 4                                 Fig 5

 Ilustrações extraídas do site: www.medela.com, 2010

Como devo segurar na mama e ajudar o bebé a pegar na mama? 

 Uma pega eficaz é essencial para uma amamentação bem sucedida.  A dor nos mamilos e fissuras é um sinal de alerta de que a pega não está adequada, o que poderá causar desconforto à mãe e interferir na alimentação do bebé.

 Para segurar na mama:

 - A mãe deve estar numa posição confortável

- A mão deve estar em forma de C - com os quatro dedos contra a parede do tórax debaixo da mama, com o indicador a apoiar a mama por baixo; o polegar acima da zona superior da aréola. Os dedos não devem estar muito próximos do mamilo (Fig. 3).

Para ajudar o bebé a pegar na mama?

A mãe pode:

- Tocar os lábios do bebé com o mamilo (movimento de cima para baixo, do lábio superior para o inferior, e esperar até que ele abra bem a boca);

- Quando a boca estiver bem aberta direccionar o mamilo para o palato do bebé;

E verifique se:

- O nariz e o queixo do bebé ficam junto à mama;

- A cabeça do bebé está alinhada com o resto do corpo (para não ter a cabeça voltada para o lado);

- Visualiza-se pouca aréola por baixo;

- Se o lábio inferior do bebé não estiver bem aberto na mama puxe, com o dedo indicador, o queixo do bebé para baixo, fazendo com que a boca abra mais e o lábio inferior esteja virado para foraaleitamento_materno_7

  

 

                                                                          Fig. 6 - Ilustrações extraídas do site: www.medela.com, 2010

 Qual o horário e duração da mamada?

Actualmente, sabemos que o bebé deve mamar em horário livre, ou seja quando pede para mamar. Porém, o choro do bebé não significa sempre fome. E o princípio de que quanto mais vezes o bebé mamar, maior será a produção de leite é uma premissa importante a ter em conta, quando por vezes parece que existe uma menor produção de leite. Como todos os bebés são diferentes, também a duração das mamadas pode diferir de bebé para bebé e de mamada para mamada. Ora vejamos, nós adultos também não comemos sempre a mesma quantidade em todas as refeições e não demoramos o mesmo tempo.  O mesmo também ocorre com os bebés.

Existem bebés que têm uma sucção rápida e ficam satisfeitos após 5 minutos, enquanto que outros demoram mais, pois fazem mais pausas durante a mamada. A média da duração da mamada pode variar entre 4 a 30 minutos (quando o leite é maduro - após o 15º dia), mas cada situação deve ser avaliada individualmente. O número de mamadas não deve ser inferior a 6 durante as 24 horas, num recém-nascido que seja exclusivamente amamentado, não devendo exceder um intervalo de 5 horas entre cada mamada. O bebé deve mamar tudo o que desejar de um lado, até deixar a mama espontaneamente, e após eructar (arrotar) deve oferecer-se a outra. O bebé poderá aceitar ou não. Muitos bebés ficam satisfeitos se mamarem só de uma mama. Na mamada seguinte devemos começar pela mama que demos menos, isto é, a oposta à que iniciamos a mamada anterior.

 O meu leite parece fraco...

Uma das maiores premissas em aleitamento materno é que: não existem leites fracos!

O leite no início da mamada pode ter um aspecto mais aguado, por ser mais rico em lactose e menos rico em gordura, mas ao longo da mamada o leite altera o seu aspecto, ficando mais espesso por ser mais rico em gordura.Tanto o leite do início da mamada como o leite do final da mamada são importantes para o bebé. Cada gotinha de leite é preciosa.

 Como sei que o meu bebé está a receber leite em quantidade suficiente?

 Existem sinais que nos podem dar a indicação de que o bebé está a receber leite suficiente, tais como:

- Parece saudável e atento;

- O bebé mama várias vezes ao dia (o recém-nascido deve mamar 8 a 12 vezes por dia);

- Parece satisfeito após a mamada (embora alguns bebés possam ser pacientes após a mamada);

- Após estimulação para mamar, larga espontaneamente a mama;

- Urina várias vezes ao dia (quase sempre após cada mamada);

- A urina não tem um cheiro forte;

- Durante mais ou menos as seis primeiras semanas de vida defeca entre 2 a 5 vezes por dia (depois das 6 semanas pode haver bebés que estejam alguns dias sem defecar, isto não constitui nenhum problema desde que o bebé esteja a ser exclusivamente amamentado);

- O bebé está a aumentar de peso, (durante a primeira semana de vida, o bebé perde cerca de 10% do seu peso inicial, entre a 2ª e a 3ª semana de vida o bebé recupera o peso com que nasceu).

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 Devo ou não usar chupeta e mamilos de silicone?

 A amamentação deverá ser o mais natural possível.

Os elementos artificiais que usualmente são recomendados, na maioria dos casos, prejudicam o decurso natural da amamentação.

A título de exemplo, as bombas extractoras de leite utilizadas durante o ingurgitamento mamário podem desequilibrar a produção de leite na sua adaptação oferta/procura; os mamilos artificiais/silicone estão associados a uma menor produção de leite, aparecimento de infecções nas mamas, cólicas no bebé; e as chupetas e tetinas utilizadas precocemente estão na origem da "confusão de mamilos" (nipple confusion), uma confusão comum do bebé por não saber distinguir a pega da chupeta e a pega no peito da mãe. Só em algumas situações específicas é que podemos utilizar as bombas extractoras de leite e os mamilos artificiais.

Em relação à utilização da chupeta numa criança que esteja a ser amamentada, não significa que esta não a possa utilizar, no entanto só deve ser-lhe oferecida após a amamentação estar bem estabelecida. Ora, isto só ocorre aproximadamente após o primeiro mês de vida do bebé, daí não ser necessário fazer parte do enxoval a levar para a maternidade. Se pensarmos no assunto o recém-nascido não conhece previamente a chupeta e quando chora ele não solicita algo que não conhece. O que ele pede aos pais não será alimento, carinho, atenção e conforto?

O que fazer quando ocorre ingurgitamento mamário?

Entre as 48 e as 72 horas após o parto, geralmente ocorre a descida do leite. As mamas ficam tensas, duras, brilhantes, dolorosas quando tocamos, por vezes o bebé tem dificuldade em pegar na mama, devido ao seu estado de tensão, e pode ocorrer febre durante 24 horas.

 Quando estes sintomas surgirem é importante em primeiro lugar manter a calma, pois é um fenómeno normal e transitório. As sugestões de actuação são as seguintes:

- Antes de amamentar ou fazer a extracção de leite, estimular o reflexo de saída do leite da seguinte forma: sempre que possível, é importante o bebé estar junto da mãe (contacto com a pele), pensar no bebé, pedir ajuda para lhe realizarem massagem no pescoço e as costas (de cima para baixo, com os dois polegares ao longo da coluna em movimentos circulares). Esta massagem ajuda a mãe a descontrair e estimula o reflexo de saída do leite

 - Tomar um duche e com o chuveiro direccionado para a mama, realizar massagem em ambas as mamas. Se eventualmente não for oportuno tomar um duche, pode aplicar sobre a mama uma tolha turca molhada em água morna ou sacos de gel mornos durante meia hora ou mesmo mergulhar a mama afectada numa taça com água quente e posteriormente realizar a massagem.

-Pode ser aplicado um pouco de creme para facilitar o deslizamento dos dedos sobre a mama. A massagem deve ser feita em pequenos círculos à volta de toda a mama, sem esquecer a zona axilar (debaixo do braço). Seguidamente, com os dedos em forma de pente, penteie a mama em direcção ao mamilo, em direcção descendente, com movimentos suaves, de forma a desbloquear os canais de leite e a desfazer eventuais nódulos (uma posição inclinada favorece este tipo de massagem).

- Amamentar em horário livre. Se o bebé após a massagem tiver dificuldade em pegar na mama, convém retirar um pouco de leite manualmente para que a mama fique suficientemente macia para o bebé conseguir pegar melhor

- Extrair leite após a mamada, só se verificar que as mamas continuam muito tensas, caso contrário não é necessário. A quantidade ou o tempo que é aconselhado para a extracção é relativo, ou seja, deve fazê-lo até sentir conforto. Isto porque quanto mais leite for retirado maior será a sua produção e nesta fase não é pretendido que aumentemos a quantidade de leite, pois este já existe em grande quantidade.

Para extrair leite materno:

aleitamento_materno_8 Após a massagem da mama, pressionar com o dedo polegar e indicador contra a grelha costal e depois fazer expressão em direcção ao mamilo, mas sem deslizar os dedos.

Pode acontecer estar a realizar a extracção e não sair leite, isto ocorre quando não estamos a fazer a pressão sobre os canais de leite, daí ser necessário fazer rotação com os dedos em redor da aréola.

 Depois da mamada, é aconselhável aplicar frio sobre a mama, através da colocação dos sacos de gel, após terem estado no frigorífico ou congelador - ou de sacos de milho ou de ervilhas congelados envolvido num pano, durante 10 minutos (de forma descontínua), de modo a ajudar a reduzir o edema (inchaço).

Até à descida do leite, o colostro (primeiro leite) da mãe é suficiente e adequado para a alimentação do bebé, não necessitando este de ser suplementado com leite artificial. Após as 48 a 72 horas após o parto, a produção de leite regulariza, sendo a quantidade de leite relativa à estimulação que é realizada. A partir de então, o leite passa a ter uma coloração mais esbranquiçada que o anterior.

 Dar de mamar não é um processo doloroso, pelo que se sentir dor significa que algo não está bem e é fundamental tentar procurar a causa do problema, isto é, o que pode estar a contribuir para o aparecimento de dor.

Conversar com um profissional com formação específica nesta área muitas vezes é o suficiente para que os pais possam identificar a causa do problema, ou até mesmo para validarem e terem a certeza de que o que estão a fazer está adequado.

Para além de outros apoios a que os pais podem recorrer existe o site www.sosamamentacao.org.pt, onde podem encontrar o apoio de um voluntário especializado na área da amamentação todos os dias durante as 24 horas.

 E assim despeço-me…

… com a certeza que farão um excelente trabalho na vossa missão de pais…

     A todos os pais os meus Parabéns…

Até breve…

 

Sílvia Sofia Henriques Oliveira

Enfermeira Especialista de Saúde Materna e Obstetrícia

Conselheira em Aleitamento Materno e voluntária na linha SOS amamentação

 

 

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