Vacinação - Agora com atualização de conteúdos 2012

Vacinação  

Antes prevenir, que remediar o irremediável!

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Vacina é uma substância produzida com bactérias ou vírus (ou partes deles) mortos ou enfraquecidos. Ao ser introduzida no corpo do ser humano, a vacina provoca uma reacção (imunização) do sistema imunológico, promovendo a produção de anticorpos (linfócitos T) contra aquela substância. 

Desta forma, a vacina protege o organismo, preparando-o para que, em caso de infecção por um agente patogénico, o sistema de defesa possa agir com força e rapidamente. Assim, a doença não se desenvolve ou, em alguns casos, desenvolve-se duma forma menos patogénica. Esse tipo de imunidade geralmente é conferida por vários anos, e às vezes, para toda vida.

QUEM DESCOBRIU AS VACINAS?

O pesquisador francês Luís Pasteur foi o pioneiro nas pesquisas com vacinas. Foi ele que desenvolveu a vacina anti-rábica (contra a raiva, doença transmitida aos homens por animais).

Actualmente, existem vacinas para diversas doenças (gripe, malária, poliomielite, febre amarela, rubéola, tétano, etc.) e até mesmo, contra determinados tipos de alergias. As campanhas de vacinação, coordenadas pela OMS (Organização Mundial de Saúde) têm conseguido controlar e, em alguns casos, até mesmo erradicar doenças.

QUANDO CHEGARAM AS VACINAS A PORTUGAL?!

Em Portugal, administram-se vacinas desde o início do século XIX, designadamente a vacina anti-variólica. Mas, foi apenas a partir de 1965, com a criação do Programa Nacional de Vacinação (PNV) que os ganhos em saúde foram significativos. No final desse ano iniciou-se a vacinação em massa contra a poliomielite - registava-se antes da vacinação, 292 casos da doença sendo que, no ano seguinte, registaram-se apenas 13 casos, o que traduz uma redução de 96%!

Em 1966, efectuou-se a vacinação em massa das crianças contra a difteria e a tosse convulsa, registando-se nesse ano 1010 casos de difteria e 973 casos de tosse convulsa; no ano seguinte, após a vacinação, registaram-se apenas 479 casos da primeira doença e 493 da segunda, ou seja, uma redução de 50%!

Desde 1965, em Portugal, foram vacinados mais de sete milhões de crianças e vários milhões de adultos através do PNV, que é universal e gratuito. As doenças abrangidas estão eliminadas ou controladas, tendo-se evitado milhares de casos de doença e centenas de mortes, sobretudo em crianças, que teriam ocorrido na ausência de vacinação.

QUE DOENÇAS PREVINEM AS VACINAS DO PLANO NACIONAL DE VACINAÇÃO?!

As vacinas incluídas no PNV são muito importantes para a Saúde Pública e permitem combater as seguintes doenças:

  • Difteria
  • Doença invasiva por Haemophilus influenzae b
  • Doença invasiva por Neisseria meningitidis C (meningite C)
  • Hepatite B
  • Papeira (trasorelho ou parotidite epidémica)
  • Papiloma humano (desde Outubro de 2008)
  • Poliomielite (paralisia infantil)
  • Rubéola
  • Sarampo
  • Tétano
  • Tosse convulsa (coqueluche ou pertussis)
  • Tuberculose

Embora as vacinas sejam administradas sobretudo em crianças e adolescentes, os adultos devem ter actualizadas as suas vacinas contra a hepatite B (principalmente se tiverem comportamentos de risco, como toxicodependência, promiscuidade sexual, etc.) e contra a difteria e o tétano (reforços de 10 em 10 anos).

QUAIS AS PARTICULARIDADES DAS VACINAS DO PNV?!

- Vacina contra a tuberculose (BCG)

Embora não seja muito eficaz na prevenção da tuberculose pulmonar, é muito eficaz na prevenção de tuberculoses disseminadas por outros órgãos (que são as mais graves), tendo também efeito na prevenção da lepra, de alguns cancros e leucemias.

Excepcionalmente (a partir dos 2 meses de idade, quando não foi, por algum motivo, administrada a BCG e/ou em caso de contacto, sem haver sintomas da doença, com portadores de tuberculose) é realizado mantoux (prova tuberculinica), que consiste na injecção intradérmica do antigénio da tuberculina. Em caso de positivo (reacção cutânea com mais de 6mm de diametro) significa infecção e necessidade de tratamento. Se negativo, é realizada a vacina.

- Vacina contra a hepatite B (VAHB)

É muito eficaz na prevenção desta doença (infecção vírica no fígado), que tem vindo a aumentar em todo o Mundo.

- Vacinas contra a difteria, o tétano e a tosse convulsa (DTP/Td)

Para estas doenças existem vacinas trivalentes (com os 3 componentes - DTP), bivalentes (com dois componentes, por exemplo difteria e tétano - Td). Estas vacinas permitem evitar aquelas doenças ou, pelo menos, diminuir a gravidade dos seus sintomas e complicações.

A difteria é uma doença muito contagiosa e grave, por vezes mortal; é mais frequente em crianças e afecta primeiro a garganta e o nariz, depois o coração e o sistema nervoso.

A tosse convulsa (coqueluche ou pertussis) é uma doença essencialmente infantil que se manifesta através de acessos de tosse constantes e muito intensos; embora seja menos grave que a anterior também pode ser mortal, sobretudo quando contraída por crianças debilitadas, por exemplo, crianças com má nutrição.

O tétano é outra doença muito grave, causada por um bacilo, proveniente do tracto intestinal dos humanos e dos animais (especialmente herbívoros) que penetram no organismo através de feridas, causando rigidez muscular dolorosa e frequentemente a morte. Pode afectar qualquer pessoa e em qualquer idade. Como os recém-nascidos também podem ser infectados, todas as mulheres grávidas devem estar correctamente vacinadas contra esta doença., podendo esta vacina ser feita no segundo trimestre de gravidez até as últimas duas semanas antes do parto. A mulher que amamenta também pode fazer a vacina.

- Vacina contra as doenças provocadas pelo Haemophilus influenzae serotipo b (Hib)

Permite evitar algumas meningites, pneumonias, otites e doenças graves da garganta, especialmente nas crianças.

- Vacina contra as doenças provocadas pela Neisseria meningitidis serotipo C (MenC). Permite evitar infecções pelo meningococo C.

- Vacina contra a poliomielite (VIP)

É uma vacina muito eficaz e pode contribuir para a erradicação/desaparecimento da doença. A poliomielite, ou "paralisia infantil" provoca, principalmente nas crianças, paralisia dos membros inferiores, podendo, nos casos mais graves originar a morte por paralisia dos músculos respiratórios.

- Vacina contra o sarampo, a papeira e a rubéola (VASPR)

É uma vacina muito eficaz e importante para o controlo e erradicação das doenças alvo, permitindo também reduzir a gravidade dos seus sintomas e complicações.

O sarampo pode ocasionar complicações como pneumonias graves, por vezes mortais, nas crianças mais pequenas, bem como doenças neurológicas graves e mortais em adolescentes e adultos.

A papeira ou parotidite epidémica pode ter como complicações meningites, doenças dos testículos nos rapazes, e doenças dos ovários nas raparigas.

A rubéola pode causar defeitos congénitos graves nos recém nascidos de mães não vacinadas (infectadas durante a gravidez)., devendo portanto portanto, toda a mulher em idade fértil estar protejida Toda a mulher que for vacinada contra a Rubéola não deverá engravidar nos três meses seguintes por precaução.

Em Janeiro de 2006 foi incluída no PNV uma vacina contra a doença invasiva por Neisseria meningitidis do serogrupo C Meningite C (MenC) − e a vacina oral contra a poliomielite (vírus vivo atenuado) foi substituída pela vacina injectável (vírus inactivado).

A vacina de "célula completa" contra a tosse convulsa (DTP) foi substituída pela vacina "acelular" (DTPa), que origina menos efeitos colaterais.

O novo PNV inclui ainda duas vacinas tetravalentes (DTPaHib e DTPaVIP) e uma vacina pentavalente (DTPaHibVIP), que permitem reduzir o número total de inoculações ("injecções").

Além de proteger contra doenças como a difteria, o tétano e a tosse convulsa, a vacina DTPaHib confere imunidade contra o Haemophilus influenzae b, e a vacina DTPaVIP previne a poliomielite; a vacina DTPaHibVIP confere imunidade contra as cinco doenças acabadas de referir.

Também é administrada a vacina contra a gripe sazonal- vírus Influenzae (gratuitamente; em altura de campanha – Setembro a Outubro) a determinados grupos de risco (ex: idosos; doentes portadores de doenças crónicas graves, como seja doença renal; cardíaca; diabetes; asma; entre outras)

- Vacina contra infecções pelo Vírus do Papiloma Humano (VPH)

Em Novembro de 2008 foi incluída no PNV uma vacina contra infecções pelo Vírus do Papiloma Humano (HPV). Esta vacina é aplicada a raparigas no ano em que fazem os 13 e 17 anos. Em 2012, serão apenas vacinadas as raparigas na faixa etária dos 13 anos.

- Vacina anti-H1N1 (Pandemrix) – gripe pandémica

A campanha de vacinação teve início em Portugal a 26 de Outubro de 2009 e na Região Autónoma da Madeira, logo depois em Novembro de 2009 , sendo que, posteriormente, administrada, a partir dos 6 meses de idade, gratuitamente até início de 2011, sempre que seja solicitada pelo utente.

QUE OUTRAS VACINAS NÃO EXISTEM NO PNV MAS QUE PODEM SER ADMINISTRADAS?!

Existem outras vacinas não incluídas no PNV (gratuitamente), que, contudo poderão ser aconselhadas pelos técnicos de saúde e prescritas pelo seu médico. Estas são:

Vacina pneumocócia polissacárida conjugada (Synflorix; Prevenar, desde Janeiro 2010): protege contra a bactéria streptococcus pneumoniae, que pode causar doenças graves, como seja meningite; sépsis; pneumonias; infecções nos ouvidos. Está indicada para crianças a partir das 6 semanas de idade, mas habitualmente são iniciadas aos 2 meses. São sugeridas entre uma a quatro doses consoante a idade em que a criança inicia.

De salientar que desde 2010, é administrada gratuitamente,  a crianças com patologia (doenças crónicas) ou a crianças assinaladas como determinado risco específico.

Vacina contra o rotavírus (rotateq; rotarix): protege contra a gastroenterite, mais precisamente contra um virus que provoca a gastroenterite: o rotavirus. As gastroenterites são 80% das vezes causadas por virus (Segundo dados da Direcção Geral de Saúde), sendo o rotavirus o mais comum. Está indicada a partir dos 2 meses de idade, particularmente se a criança (nos primeiros meses de vida) estará em contacto com outras crianças. São aconselhadas entre duas (rotarix) a três doses (rotateq).

Vacina anti-hepatite A: indicada para crianças ou adultos, particularmente se residem ou vão viajar para países com precárias condiçõess de saneamento. Aconselha-se duas doses, sendo que a segunda, deverá ser 6 a 12 meses após a primeira.

Vacina anti-varicela (varivax): protege contra o vírus que causa a varicela. Está indicada em crianças dos 12 meses aos 12 anos de idade, que habitualmente se traduz numa dose única. Adolescentes com 13 anos ou mais e adultos devem receber uma primeira dose e uma segunda dose após 4 a 8 semanas.

QUANDO É QUE NÃO SE DEVE ADMINISTRAR VACINAS?!

Todas as vacinas mencionadas têm  poucas contra-indicações, podendo ser administradas durante tratamentos com antibióticos ou durante períodos de doença ligeira, sendo contra-indicação absoluta a febre (temperatura axilar ou inguinal superior a 38ºC).

Outras contra-indicações mais específicas de cada vacina serão explicadas pelo seu enfermeiro aquando a sua administração ou pelo seu médico.

AS VACINAS TÊM EFEITOS SECUNDÁRIOS?!

Sim. Os mais frequentes, na maioria das vacinas são:

febre (temperatura axilar ou inguinal igual ou superior a 38ºC)

sonolência

irritabilidade (nas crianças)

perda de apetite

dor; vermilhidão e inchaço no local de injecção

APESAR DESTES POSSÍVEIS EFEITOS, É DE SALIENTAR QUE OS MESMOS SÃO TOLERÁVEIS FACE ÀS VANTAGENS DAS VACINAS.

 

Enfermeira Cátia Pereira

Centro Saúde Caniço / Madeira

 

NOVO PROGRAMA NACIONAL DE VACINAÇÃO PORTUGUÊS

(Atualização de Janeiro 2012)

 

RELEMBRANDO CONTEÚDOS

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O novo Programa Nacional de Vacinação (conhecido pelas iniciais - PNV), foi aprovado pelo Despacho n.º 17067/2011 do Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Saúde, datado de 7 de dezembro de 2011 e publicado no Diário da República, 2ª série – Nº 243 – de 21 de dezembro de 2011, entrou em vigor a 1 de janeiro de 2012 e vem substituir o PNV de 2006.

Desta forma, o artigo sofreu algumas alterações que serão seguidamente relatadas e explicadas.

O Programa Nacional de Vacinação de 2012 é composto pelas mesmas vacinas já incluídas no anterior Plano (mencionadas anteriormente), havendo no entanto em algumas delas, alterações número de doses e/ou na cronológica recomendada.

 

QUAIS AS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES E PORQUÊ?

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No que se refere à vacina conjugada contra a doença invasiva por Neisseria meningitidis do serogrupo C (Meningite C), foram substituídas as 3 anteriores doses (vacinação aos 3, aos 5 e aos 15 meses) por uma única dose aos 12 meses de idade.

 

Esta alteração deve-se à elevada cobertura vacinal que se atingiu rapidamente, através da vacinação de rotina e da campanha, e que se tem mantido ao longo dos anos, levando a uma diminuição significativa da morbilidade e da mortalidade por doença meningocócica C, sendo possível a denominada “imunidade de grupo”. Referimo-nos a “imunidade de grupo” sempre que temos uma população com uma cobertura vacinal suficientemente elevada (variável conforme a doença) capaz de permitir uma proteção adicional de indivíduos não vacinados, duma determinada população.

 

 Estes dados epidemiológicos da população portuguesa e a evidência científica disponível à data indicam que uma única dose administrada em idade igual ou superior a 12 meses é suficiente, sendo que, no futuro poderá vir a ser equacionada a necessidade de um reforço. Foi portanto proposta uma dose aos 12 meses de idade.

No período de transição, as crianças que já tenham uma dose de Meningite C, antes de completar um ano de vida, necessitam apenas de mais uma dose de meningite C aos 12 meses.

 Outra alteração, foi a antecipação da primeira dose da vacina contra o sarampo, a parotidite epidémica e a rubéola (VASPR) dos 15 para os 12 meses de idade.

 Esta alteração deve-se ao fato de que, atualmente, a maioria das crianças nasce de mães vacinadas contra o sarampo, o que reduz a interferência de anticorpos maternos com anticorpos vacinais, permitindo a antecipação da data de administração da primeira dose da vacina sem perda significativa de eficácia. Esta alteração visa obter imunidade o mais precocemente possível.

 Ainda outra alteração, prende-se com a estratégia de vacinação contra a hepatite B (VHB).

 A vacinação contra a hepatite B faz-se uma única vez na vida e fica completa com uma série de 3 doses de vacina. Desde 2000 que a VHB tem sido administrada a dois grupos diferentes: aos recém-nascidos e aos jovens entre os 10 e os 13 anos de idade.

Em suma, o grupo que tem atualmente 10-13 anos foi vacinado à nascença e, portanto deixa de ser necessária a vacinação de rotina nesta idade, pois a sua maioria já está imunizada.

 Relativamente á vacina anti-vírus do Papiloma Humano (vacina que protege de lesões genitais pré-cancerosas - colo do útero, vulva e vagina; cancro do colo do útero e verrugas genitais externas). foi iniciada no PNV, desde 2008 e tem sido administrada por rotina ás raparigas de 13 anos de idade e em regime de campanha, durante três anos (2009, 2010, e 2011) às raparigas dos 17 anos de idade (nascidas em 1992, 1993 e 1994).

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A partir de janeiro de 2012 a vacinação de rotina mantém-se aos 13 anos e termina a campanha.

Excecionalmente, as jovens nascidas em 1993 e 94 podem iniciar a vacinação até à véspera do dia em que completam 19 anos de idade.

 

Esta vacina é recomendada num esquema vacinal de três doses, devendo ser administradas num esquema 0, 2, 6 meses para a vacina tetravalente (conhecida como Gardasil ) ou 0, 1, 6 meses para a vacina bivalente (conhecida como Cervarix, sendo que esta não faz parte do stock de vacinação dos Centros de Saúde, podendo na mesma ser administrada, se comprada pelo utente).

 

A diferença entre a vacina trivalente e bivalente prende-se com o facto de que a primeira previne contra os serotipos do vírus HPV-6, HPV-11, HPV-16 e HPV-18 e a segunda HPV-16 e HPV-18. Estima-se que o HPV-16 e HPV-18 sejam responsáveis por cerca de 70% dos casos de cancro do colo do útero e os restantes, 30%.

 Para não se perderem oportunidades de vacinação, a vacina pode ser administrada a raparigas ainda com 12 anos de idade, desde que façam os 13 anos nesse ano civil.

 Contempla também no Plano Nacional de Vacinação, que as raparigas que iniciaram a vacinação do HPV e não terminaram, podem terminá-la até os 25 anos de idade.

 A vacinação não substitui o rastreio regular ao colo do útero.

 A vacinação é recomendada pelos respetivos laboratórios em outras idades em indivíduos do sexo feminino e inclusivamente masculino (muitas vezes vetores de transmissão assintomáticos ou portadores da própria doença de forma sintomática), mas não são igualmente contemplados no financiamento público.

 Tal como previsto, em 2012, vacina contra o pneumocócia polissacárida conjugada continua a ser administrada em Portugal em casos especiais financiada com fundos públicos.

 Em suma, no quadro abaixo representado estão esquematizadas as respetivas alterações do PNV:

Quadro I – Esquema de vacinação recomendado pelo Plano NacionaL de Vacinação/Portugal 2012 (extraído de Programa Nacional de 2012 Direcção Geral de Saúde)

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De salientar que a administração por rotina (sem a criança apresentar sintomatologia) de Paracetamol (Bem-u-ron) não é recomendada, uma vez que pode interferir com a resposta imunitária, comprometendo a eficácia da vacinação.

Em situações de crianças com história de convulsões febris ou história familiar de convulsões, existem orientações de prescrição médica específicas em relação à administração do Paracetamol.

 Bibliografia:

Referências bibliográficas:

DGS – Direcção-Geral da Saúde (www.dgsaude.pt)

INFARMED- Instituto Nacional da Farmácia e do Medicamento (www.infarmed.pt)

Direcção-Geral da Saúde. Programa Nacional de Vacinação. Orientações Técnicas 10. Lisboa: DGS; 2001

PANDEMRIX , Folheto informativo, GlaxoSmithKline

MGF 2000,201. Prova tuberculinica (csgois.web.interacesso.pt/.../43/201_texto.html)

 

Diário da Répública. Despacho n.º 17067/2011 de 7 de dezembro de 2011, publicado no Diário da República, 2ª série – Nº 243 – de 21 de dezembro de 2011

Resumo de características do medicamento. Gardasil, suspensão injectável.Vacina contra o Papilomavírus Humano [Tipos 6, 11, 16, 18] (Recombinante, adsorvida). (Cons. Jan.2012) http://www.ema.europa.eu/docs/pt_PT/document_library/EPAR__Product_Information/human/000703/WC500021142.pdf

Resumo de características do medicamento Cervarix suspensão injectável Vacina contra o Papilomavírus Humano [Tipos 16, 18] (Recombinante, com adjuvante, adsorvida).http://www.ema.europa.eu/docs/pt_PT/document_library/EPAR__Product_Information/human/000721/WC500024632.pdf

 

Revisão do artigo realizado por:

Enfª Cátia Pereira

Enf.ª Saúde Infantil Vera Pestana

 

 

 

 

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